“O plantão paga as contas, o consultório é o sonho.”
Enquanto o plantão fecha o mês, o consultório nunca vira prioridade. Ele não sustenta a transição — adia.
Mentoria para o médico de qualquer especialidade que quer viver do próprio consultório.
01 — De quem você depende
“O plantão paga as contas, o consultório é o sonho.”
Enquanto o plantão fecha o mês, o consultório nunca vira prioridade. Ele não sustenta a transição — adia.
“Atendo 30 por dia para fechar o mês.”
Volume não é escala. É o mesmo teto, alcançado mais cansado — e quem define o valor da sua hora é outra pessoa.
“A clínica fica com a maior parte e o paciente acha que a marca é dela.”
O repasse é o menor problema. O problema é construir um ativo no nome de outro: quando você sai, o paciente fica.
“Todo mês eu recomeço do zero.”
Consulta avulsa não acumula. Isso não é um consultório — é trabalho por demanda, com jaleco.
02 — Os números
Os valores abaixo são exemplos. Troque pelos seus — o desconforto costuma aumentar.
Quinze consultas no mês a R$ 500. Esse é o teto — não a média. Nos meses ruins você faz quatro, e não existe nada no modelo que segure o piso.
Noventa minutos por R$ 500, antes de imposto, sala, secretária e no-show. Você não cobra R$ 500 pela consulta: cobra R$ 333 pela hora — e decide o preço como se cobrasse 500.
Os outros 30% são onde o negócio é pensado. Agenda 100% cheia por meses seguidos não é sinal de sucesso: é reajuste atrasado.
03 — A crença que trava
“Basta ser um bom médico.”
É a crença mais cara da profissão. Ela promete que o título traz o paciente — que competência clínica se converte sozinha em agenda cheia.
Você tem RQE, título, pós. E a agenda continua igual. Não é injustiça, e não é falta de conhecimento clínico: consultório é empresa, e essa segunda competência nunca foi entregue a você.
São duas competências distintas. Mais um curso clínico resolve a primeira com excelência — e nunca prometeu resolver a segunda.
04 — O trabalho
Nicho é estratégia de marketing, não abandono da sua especialidade: você atrai por uma dor específica e continua atendendo global. Definir a persona é o que decide, nesta ordem, identidade visual, comunicação, modelo de negócio e preço. Quem pula esta etapa contrata agência e recebe genérico.
Consulta avulsa não acumula. São dois planos, não um: o de resgate, para a queixa aguda, e o de manutenção, para o paciente não voltar ao estado anterior. É o que transforma esforço em receita previsível — e o que faz o mês ruim parar de existir.
Conteúdo próprio converte mais que terceirizado, porque ninguém conhece a dor do seu paciente como você. Definida a persona, você sabe onde ela está e o que ela precisa ouvir antes de marcar. Sem isso, tráfego pago é dinheiro pago para falar com quem não é seu.
Você provavelmente não tem problema de captação — tem problema de retenção. Escalar antes de reter compra quem não fica, e isso tem nome contábil. Primeiro o atendimento é validado; depois, e só depois, se investe em volume.
05 — Quem conduz
CRM/SP 197.262 · RQE 105.576 · Medicina de Família e Comunidade
O método não vem de teoria de gestão. Vem de um consultório particular que eu construí, precifiquei, divulguei e opero — com todos os erros que você não precisa repetir.
Atuo em São Paulo, com prática focada em enxaqueca e dor crônica. Coordeno a pós-graduação em Medicina Endocanabinoide da Sanar, onde também assino o capítulo sobre transtorno bipolar e fitocanabinoides do guia da casa.
A conversa de diagnóstico é conduzida por mim, individualmente. Não há equipe comercial no meio.
06 — Candidatura
A conversa é individual e leva o tempo que precisar. Para ela ser útil, eu preciso chegar sabendo onde você está. Se o preenchimento parecer trabalhoso, é porque é: é o mesmo trabalho que a conversa vai exigir.
Eu leio todas pessoalmente. Se fizer sentido conversarmos, você recebe o convite pelo WhatsApp que informou. Se não fizer, você também recebe uma resposta.
07 — Ainda não é a hora?
Como escolher o nicho sem abandonar a sua especialidade, o erro de precificação que trava o consultório, por que a meta de agenda é 70%, os dois planos de acompanhamento que fazem o paciente ficar, e o momento certo de investir em tráfego.
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